Dizem que o amor aos animais é imensurável, é divino e faz muito bem para quem tem algum em casa, seja ele da espécie e tamanho que for, ou seja, como São Francisco de Assis, padroeiro dos animais, cada ser humano coloca seu amor à prova nas diversas maneiras seja para um cão, um gato, um pato, um cavalo, uma tartaruga, uma cobra ou seja lá qual for a preferência, o que importa mesmo é a dedicação e o afeto que, com toda a certeza, é sempre correspondido.
A pequena carpa
Para tanto, neste universo pet, falamos com o empresário no ramo de confeitaria, Gabriel Roberto Siebeneichler, 27, que tem, no pátio de casa, em um aquário com todas as condições necessárias, vários peixes, mas em especial uma pequena carpa comprada num pesqueiro e que já fez quatro anos.
Linda e graciosa no seu jeito de ser, chama a atenção pela forma como interage com seu dono, ou melhor, pai da carpa que como Aquaman conversa, brinca e dá comida na boca.
Amor aos peixes
Gabriel ressalta que sempre gostou de peixes e quando do primeiro momento em que adquiriu a carpa ela era muito arrisca, mas que com o passar do tempo passou a ter mais confiança e carinho entre ambos, ou seja, ela passou a ter maior interação com relação ao ser humano que a alimenta todos os dias.
Cardápio
No cardápio diário, ração para peixes, pão e milho, o que a deixa forte e saudável. Com relação as demais carpas que vivem no mesmo local, Gabriel garante que aos poucos estão pegando a mesma confiança, ou seja, passam a interagir com maior intensidade.
Interação diária
Mas, como é mesmo ter um pet que mora no aquário e ter esta interação praticamente diária com o animal. Para Gabriel é como ter qualquer outro animal de estimação, pois acha os peixes incríveis, o que faz com que a troca de carinho seja recíproca entre ambos. “Um sentimento de empatia e dedicação, pois é um ser que nos faz nos sentirmos alegres”.
Manutenção
Com relação ao lar da carpa, Gabriel ressalta que a manutenção e limpeza é feita de forma periódica e a sua alimentação é regrada, pois peixes não sabem o limite de quanto comer. Questionado com relação a possibilidade da amiga ser alimento para gatos, ressalta com alívio que não há gatos próximos, ou seja, uma preocupação a menos.
Somente Gabriel
Agora, quando se fala em dar o alimento que ela come nas mãos do humano, Gabriel é taxativo em dizer que a carpa come somente com ele, já que é bastante arisca com pessoas estranhas, o que prova que peixes também memorizam a feição de seus tutores.
Pensar no pet
Finalizando, ao ser questionado como é ter um pet peixe de estimação, Gabriel ressalta que é muito legal, pois é um animal que necessita de muitos cuidados, tanto que o local foi pensado para que, além do tamanho necessário, houvesse a possibilidade para a carpa fazer as suas brincadeiras.