O Grupo Bom Dia com suas multiplataformas (jornal impresso, jornal digital, portal de notícias, TV Bom Dia) realiza jornalismo profissional, na busca constante de dar respostas a sociedade nos 40 municípios que circula na região Alto Uruguai e Nordeste do Rio Grande do Sul.
As novas tecnologias são desafiadoras para todas as profissões e a inovação se faz latente para sobreviver num mercado cada vez mais competitivo. O papel da verdade é o nosso mantra, nosso livro de cabeceira.
Diariamente, com uma grande equipe, difícil no interior do Estado, trabalha com todas as editorias, sempre com amplo espaço para o contraponto e o contraditório.
Até um jornal chegar à porta da sua casa, ou da sua empresa, antes do café da manhã e dos primeiros raios de sol, passou por dezenas de mãos: reunião de pauta, ir a campo buscar as informações, produzir a matéria, correção, diagramação, depois é queimada a chapa para ser colocada na máquina rotativa. Após a impressão, os entregadores chegam, enrolam o jornal, colocam em sacos plásticos e saem pelas ruas com motos e bicicletas.
Após tudo isso, a equipe de jornalismo já está chegando para mais um dia de trabalho e tudo começa novamente. São 24 horas sem parar. Uma equipe se intercala em outra, numa engrenagem, onde os setores administrativo, comercial, jornalístico e parque gráfico precisam de uma sintonia fina, para entregar o melhor produto.
São dezenas de profissionais todos os dias. E isso tem um custo. Para ser ter uma ideia, o papel jornal é comprado pela cotação do dólar. E quanto você acha que custa produzir todo esse conteúdo? Não é pouco.
Como forma de preservar essa estrutura, o Grupo Bom Dia partiu para uma nova linha de atuação. No formato on-line restringe o acesso do conteúdo produzido por nós, preservando o capital intelectual (só para assinantes). Material de assessorias de imprensa, segurança pública e da TV Bom Dia são gratuitos.
Isso se faz necessário da mesma forma que você vai até uma farmácia, uma padaria, um supermercado, uma loja, num prestador de serviços. E como muitos gostam de dizer e é extremamente verdadeiro: “não existe almoço grátis”. Alguém sempre paga a conta.
A exemplo do remédio, do pão, da fruta, de um sapato, de uma roupa, de um eletricista, de um médico, o jornal paga salários, impostos, luz, internet, água, material de expediente, matéria prima, como qualquer outra atividade profissional.
E é desta forma que estamos trabalhando. Valorizando o profissionalismo de cada um de nossos colaboradores para sermos perenes e continuarmos defendendo a nossa região.