O Jornal Bom Dia foi até as ruas ouvir a população de Erechim, na tarde de ontem, sobre as expectativas para os próximos anos e saber o que pensam e esperam os cidadãos erechinenses dos novos representantes públicos eleitos no último domingo. Os gestores públicos irão encontrar desafios na área da saúde, segurança pública, infraestrutura, educação, saneamento básico, em praticamente todas as áreas e com um estado endividado, sem capacidade de investimentos. E, principalmente, um eleitor que quer mudanças para melhor.
“O que a gente espera é tudo de bom, porque do jeito que estava não podia ficar. Nosso Brasil estava afundando. O que eu quero é o meu Brasil de volta. O Brasil está afundado em crimes, impostos altos. O que esperamos é que ele cumpra o que prometeu, porque se ele não cumprir assim como nós elegemos não vamos para as ruas, pintamos a cara e tiramos de novo” Lecy Oliveira, 62, aposentada
“A minha expectativa é poder respirar porque estávamos sufocados todos esses anos. A começar por Erechim as empresas indo embora ou falindo, sem emprego, segurança, Erechim que é a Capital da Amizade. E os assaltantes se não estão aqui estão assaltando lá na colônia. Que segurança nós temos? Daqui para frente espero que possamos acreditar. Vivi os anos dourados que dizem Ditadura eu não vi Ditadura era coisa mais boa poder brincar na avenida Maurício Cardoso de madrugada” Elisabete Riedel, 60, aposentada
“Quero menos impostos, a gente trabalha até a metade do ano só para pagar impostos. Tem que ter uma mudança e que o dinheiro volte a circular na rua porque nós do comércio estamos sofrendo muito com isso. Incerteza, medo. A gente espera mudança. E tem uma expectativa que a coisa vai andar agora” Neiva Kobieski, 50, comerciante
“Acho que vai ser uma boa, porque ele é um militar, espero que essa bandidagem acalme um pouco, porque está feio. Principalmente a bandidagem que está solta. Não tem segurança mais, trabalhar só para os bandidos. Assaltam, roubam, matam. O armamento pessoal é importante, sou a favor”. João Pinheiro, 63, aposentado
“Acho que vai ficar bom, melhorar um pouquinho. A ideia dele é um pouco diferente, mas vale, cada um tem um jeito”. Ademir da Costa, 45, pescador
“A expectativa é boa, para mudanças boas, isso que a gente espera. Vai ter que melhorar, do jeito que está não pode ficar, é a nossa última chance. Volta a confiança na indústria, no comércio, pessoas começam a ficar mais seguras”. Marcelo Ricardo Sobis, 39, comerciante
“A gente espera que ocorra o melhor, porque está complicado, a gente torce porque tem nossos filhos, nós mesmos. Tem que melhorar, empregos, tudo. Acredito que vai mudar tirando essa parte da corrupção alguma coisa o pessoal leva como exemplo e já dá sinais de mudança”. Dejair Webber, 45, vendedor
“No Estado espero que melhore, sou funcionária, receba nossos salários em dia pelo menos. E no Brasil boto toda minha fé nele e acho que vai ficar melhor, é uma esperança que eu tenho, que melhore”. Marlei Nienow, 53, merendeira
“Votei e espero que quem se elegeu faça um trabalho bom. Eu que sou da área de Ciências Biológicas espero muito que ele consiga fazer uma mandato bom, porque nas propostas queria tirar muita coisa de Ibama, isso não é legal. Tenho fé que aconteça coisas boas, já que se elegeu, coloque o Brasil para frente, que venha mudanças, mas que mude para melhor e não pior. Tenho fé que vai ser uma coisa boa”. Caciane Arauch, 18, estudante
“A minha expectativa em relação à Erechim e ao país é que a gente tenha a retomada da economia, e que com isso consigamos fazer com que os investimentos propiciem mais empregos e diminua esse número astronômico de desemprego que temos no país no momento. Os fundamentos da economia estão corretos, e precisa evidentemente fazer as reformas necessárias, que são estruturais, para que possamos ter um novo ciclo de prosperidade. Acredito que tomadas as medidas necessárias possamos novamente iniciar um ciclo virtuoso. Dizer que a nação brasileira somos todos nós e a nação brasileira deu uma mostra de que a democracia é forte e que somos um país livre, democrático e independente”. Julio Brondani, 64, empresário, comerciante, professor