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Erechinenses fazem “ação entre amigos” para ajudar criança

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Rifa pode ser adquirida pelo telefone 54 981478541 com Murilo
Por Da Redação - jornalismo@jornalbomdia.com.br
Foto Divulgação

Diagnosticada ainda na gestação com um cardiopatia congênita, e internada desde o nascimento em um hospital de São Paulo, a pequena Maya, de três meses, é motivação para uma rifa que busca arrecadar fundos para cobrir gastos com seu tratamento. No valor de R$ 5, cada bilhete dá direito de concorrer prêmios como uma camiseta do Atlântico autografada por jogadores; uma camisa do Ypiranga; um ano de academia na Moving; tatuagens no valor de R$150 e R$ 200 no Emes Tattoo Shop; uma orquídea da Floricultura D’Agostini; almoço para duas pessoas no restaurante Buon Mangiare, além de uma hidratação e unhas no salão de beleza da Beti.

Todo o valor arrecadado será destinado à família. As rifas estão sendo vendidas em diferentes pontos da cidade e podem ser aquiridas também pelo telefone 54 981478541 com Murilo. O sorteio será no dia 25 de agosto. Além da rifa, a família, que atualmente está em São Paulo com a bebê também organizou uma arrecadação online no site Vakinha, que pode ser conferido AQUI.

 

Sobre Maya

Conforme descrito pela família de Maya, a menina nasceu dia 07/05/2018 no hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. Foi diagnosticada ainda na gestação com uma cardiopatia congênita complexa e a mais grave dentre as cardiopatias, a Síndrome de Hipoplasia do Coração Esquerdo (SHCE), popularmente chamada de “Meio Coração”.

Em Porto Alegre, os pais receberam o diagnóstico como “incompatível com a vida”, pois sem tratamento 100% dos bebês vêm a óbito em 48h de vida.  Felizmente descobriram que no Brasil, há uma equipe preparada e com alto índice de sucesso em casos de SHCE, no hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. Para isso a Maya precisou nascer já no hospital onde serão realizadas as cirurgias.

O tratamento consiste em três etapas cirúrgicas, uma com dois dias de vida, a segunda com aproximadamente quatro meses e a terceira com aproximadamente dois anos de idade. Maya já passou pela primeira etapa e está em recuperação na UTI. Entre a primeira e a segunda etapa a bebê permanecerá sob cuidados médicos e não ganha alta hospitalar, por isso, os pais estão morando em São Paulo para acompanhar o tratamento por um período mínimo de cinco meses, o que gera altos custos e despesas à família.

 

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