O presidente do Conselho Regional de Desenvolvimento do Norte (Corede), Paulo José Sponchiado, também diretor-geral da URI Erechim, entregou na sexta-feira (31) ao governo do Estado, o Plano Estratégico Regional do Norte. O documento foi recebido pelo ao diretor do departamento de Planejamento Governamental do Rio Grande do Sul, Antônio Cargnin, órgão esse vinculado à Secretaria de Planejamento.
O plano estratégico é resultado de um trabalho de mais de um ano, onde se discutiu as estratégias mais importantes para se fortalecer o desenvolvimento econômico e sustentável para a Região Alto Uruguai. O documento foi elaborado de forma participativa, tendo sido discutido nas seis microrregiões e por todas as comissões setoriais (Desenvolvimento Econômico, Saúde, Segurança Pública, Meio Ambiente, Inovação Tecnológica, Infraestrutura, especialmente a viária, a energética e da comunicação e Assistência Social). Tem caráter informativo para quem quiser ter uma visão panorâmica da região, mas é suficientemente detalhado para permitir que se faça um diagnóstico mais acurado das forças, debilidades, potencialidades e ameaças.
Com isso, os governos municipais, estadual e federal, bem como os empreendedores privados, terão neste documento uma visão clara do presente e os caminhos mais lógicos para alcançar um melhor nível de desenvolvimento que se traduza em melhor qualidade de vida para os cidadãos.
A proposta incorporou um conjunto de cerca de 80 projetos indicativos dos investimentos que deverão ser feitos, não só pelo poder público, mas também pela iniciativa privada. Isso representa um instrumento poderoso de mobilização da sociedade para que os investimentos venham efetivamente a ser feitos, não só na infraestrutura necessária ao desenvolvimento, mas também na abertura de novas oportunidades de investimento.
Após análise técnica que será efetuada pela Comissão Estadual, o Plano será disponibilizado a todos os 32 municípios que compõem a Região Norte. Vale dizer que o governo do RS se valerá dos planos estratégicos das 28 regiões do Estado para balizar os seus investimentos, especialmente na Consulta Popular que deve iniciar nova edição brevemente.