Os anos escolares estão entre os momentos marcantes da vida, que nunca se apagam. É um período de aprendizado, experiências e vivências que deixam muitas lembranças, alegrias, mas também frustrações. À medida que o tempo passa essas memórias se tornam cada vez mais valiosas e significativas. Revivê-las faz parte de um aprendizado, qual seja, que a vida só perde o sentido quando desistimos dela. Tendo isso muito presente, 47 anos depois de formados, a turma de Técnicos Agrícolas de 1971 do Colégio Agrícola Estadual Ângelo Emilio Grando, decidiu reviver a sua história num encontro. O evento será realizado neste sábado (25) no Restaurante Peixe Frito Calgarotto (segundo) na RS 211 sem número.
Os jovens daquela época hoje são senhores aposentados. Conforme o engenheiro florestal aposentado da Secretaria do Meio Ambiente do Estado Juvenal Pavoni, natural de Aratiba, residente em Erechim, integrante da turma e incentivador do evento, esse é um grupo sui generis.
Quando Juvenal procurou o Jornal Bom Dia, alguns dias atrás, para divulgar o encontro, era visível a sua animação pelo dia que iria rever os amigos e colegas de longa data. Segundo ele, esse vai ser o primeiro encontro da turma, mas a expectativa é grande, já que está confirmada a presença de 20 colegas. Ele lembra que a turma original era composta por 40 alunos, destes 33 se formaram e nove já faleceram.
Juvenal comenta que a turma tinha dois alunos com nome Pedro, dois com Geraldo e dois com Mário. “A nossa turma era a que mais tinha polonês. Oito poloneses. Um russo. Tinha dois com sobrenome português”, lembra.
E o detalhe, acrescenta Juvenal, a turma tinha tio e sobrinho estudando juntos. “Já viu alguma turma de segundo grau com tio e sobrinho estudando juntos? Hoje o tio é médico e o sobrinho é dentista”, destaca.
Conforme Juvenal tem mais um fato curioso sobre a turma de 1971, foi a primeira turma do científico a apresentar os calouros para a sociedade num desfile na Avenida Maurício Cardoso. “Era o primeiro ano, março de 1969 e desfilamos na avenida”, observa.
No desfile, os alunos aproveitaram para fazer uma crítica. “Eu desfilei carregando um relógio, lembrando o que tinha na praça em frente à prefeitura e não funcionava. O relógio lá da praça não se cansa de marcar”, satiriza.
Quando eles desfilavam na avenida, os alunos vinham a pé do Colégio Agrícola até o centro da cidade, por ruas, que não sua grande maioria era de chão batido.
Segundo Juvenal, entre os profissionais da turma de 1971 encontramos hoje dois médicos, cinco veterinários, dois agrônomos, um engenheiro florestal, um reitor de universidade federal, entre outros.
Por fim, enfatiza Juvenal, as redes sociais auxiliaram muito na realização do encontro. “Eu comecei a conversar com o pessoal para a gente se reunir pelas redes sociais”, explica.
Os anos escolares estão entre os momentos marcantes da vida que nunca se apagam. É um período de aprendizado, experiências e vivências que deixam muitas lembranças, alegrias, mas também frustrações. À medida que o tempo passa essas memórias se tornam cada vez mais valiosas e significativas. Revivê-las faz parte de um aprendizado, qual seja, que a vida só perde o sentido quando desistimos dela. Tendo isso muito presente, 47 anos depois de formados, a turma de Técnicos Agrícolas de 1971 do Colégio Agrícola Estadual Ângelo Emilio Grando, decidiu reviver a sua história num encontro que será realizado neste sábado (25) no Restaurante Peixe Frito Calgarotto (segundo) na RS 211 sem número.
Os jovens daquela época, hoje são senhores aposentados e alguns falecidos. Conforme o engenheiro florestal aposentado da Secretaria do Meio Ambiente do Estado Juvenal Pavoni, natural de Aratiba, residente em Erechim, integrante da turma e incentivador do evento, esse é um grupo sui generis.
Quando Juvenal procurou o Jornal Bom Dia, alguns dias atrás, para divulgar o encontro, era visível a sua animação pelo dia que iria rever os amigos e colegas de longa data. Segundo ele, esse vai ser o primeiro encontro da turma, mas a expectativa é grande, já que está confirmada a presença de 20 colegas. Ele lembra que a turma original era composta por 40 alunos, destes 33 se formaram e nove já faleceram.
Juvenal comenta que a turma tinha dois alunos com nome Pedro, dois com Geraldo e dois com Mário. “A nossa turma era a que mais tinha polonês. Oito poloneses. Um russo. Tinha dois com sobrenome português”, lembra.
E o detalhe, acrescenta Juvenal, a turma tinha tio e sobrinho estudando juntos. “Já viu alguma turma de segundo grau com tio e sobrinho estudando juntos? Hoje o tio é médico e o sobrinho é dentista”, destaca.
Conforme Juvenal tem mais um fato curioso sobre a turma de 1971, foi a primeira turma do científico a apresentar os calouros para a sociedade num desfile na Avenida Maurício Cardoso. “Era o primeiro ano, março de 1969 e desfilamos na avenida”, observa.
No desfile, os alunos aproveitaram para fazer uma crítica. “Eu desfilei carregando um relógio, lembrando o que tinha na praça em frente à prefeitura e não funcionava. O relógio lá da praça não se cansa de marcar”, satiriza.
Quando eles desfilavam na avenida, os alunos vinham a pé do Colégio Agrícola até o centro da cidade, por ruas, que não sua grande maioria era de chão batido.
Segundo Juvenal, entre os profissionais da turma de 1971 encontramos hoje dois médicos, cinco veterinários, dois agrônomos, um engenheiro florestal, um reitor de universidade federal, entre outros.
Por fim, enfatiza Juvenal, as redes sociais auxiliaram muito na realização do encontro. “Eu comecei a conversar com o pessoal para a gente se reunir pelas redes sociais”, explica.